Ronaldo Medeiros à frente da Arsal mostra ser uma aposta acertada de Renan Filho.
Só que a mega operação desta quarta-feira para coibir o transporte clandestino esbarra, também, em uma questão social.
Existem, entre os clandestinos, aqueles sem outra alternativa de trabalho. E, em tempos de desemprego, e acelerada precarização, carros e vans caindo aos pedaços sem oferecer segurança aos passageiros acabam sendo o único caminho de transporte em cidades menores- e de renda a estes motoristas.
O que fazer para evitar tragédias: acidentes e negativa de trabalho?
Há famílias em jogo em todos esses lados.
Sozinho, Ronaldo Medeiros não vai conseguir encontrar alternativas a esses problemas.
Do contrário, a Arsal vai virar a SMTT de Maceió. Uma marafunda administrativa, marafona das grandes empresas lambuzando-se na sujeira dos muitos silêncios.




