Não existem movimentos articulados entre os bolsonaristas locais para marchar pelas ruas de Maceió, pedindo golpe de Estado ou similares.
Também não há cheiro de motores das motos roncando nas motociatas, que seguiam Jair Bolsonaro como um novo líder teocrático.
Ao fim e ao cabo: os bolsonaristas alagoanos já não tem mais forças para insistir na frente do quartel do Exército nem nas ruas da Ponta Verde pelo fim do STF ou a queda da Lula, para ser trocado por Jair.
Aliás, Jair já foi embora. Sobra a massa de votos do bolsonarismo, que deve migrar para os indicados por Michelle ou filhos de Bolsonaro.
