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Masculinidade frágil: governo ataca mulheres e gays

Bolsonaro segura o mastro da masculinidade frágil desde que se comprazia diante da mídia atacando mulheres e gays; mas pelo jeito, a fragilidade continua e não se limita ao presidente, mas perpassa a equipe escolhida a dedo, os seus “sinistros” ministros.

Os ataques a Maria do Rosário se tornaram emblemáticos, movimentando entre os fanáticos odientos uma apologia ao estupro, que se tivesse acontecido em momento mais sério deste país, resultaria no mínimo em perda do cargo.

Assumidamente homofóbico, Bolsonaro luta para desconstruir conquistas humanitárias na compreensão da diversidade sexual, chegando ao cúmulo de afirmar que família é homem e mulher e o resto é lixo.

A adolescência grosseira de Bolsonaro chegou à primeira dama da França, em desconcertante exibição de masculinidade frágil, quando tentou abalar o presidente francês usando sua mulher como alvo.

O indecoroso comentário sobre a morte do pai da chilena Michelle Bachelet devolve a Bolsonaro a típica covardia do início. Ou seja, ele segue sendo um macho torpe, que a todo momento sente necessidade de reafirmar a masculinidade usando para isso os requintes do sexismo, misoginia e homofobia.

Contudo, a ação de Paulo Guedes reafirmando publicamente a opinião irrelevante que possui sobre a esposa do presidente da França, mostra que Bolsonaro está está cercado de iguais, machos tóxicos, que jogam toda a representatividade dos cargos que ocupam na conta das fraquezas que possuem.

Ou seja, tem um bando de pacientes fora dos devidos consultórios, tentando resolver seus problemas internalizados nos palcos mais importantes que um país pode ter, a presidência da república e seus ministérios.

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