Mais uma vez a ministra Marina Silva é chamada a se pronunciar sobre o crime ambiental, promovido pela Braskem, em Maceió. Foi ontem (09/11), na COP 30, em Belém, quando a ministra do Meio Ambiente recebeu em mãos o livro “Cidade rachada”, entregue pela própria autora, a jornalista Cristina Serra.
Marina Silva nunca veio a Maceió para percorrer os bairros destruídos pela Braskem. Assim como o presidente Lula nunca sobrevoou nem manifestou solidariedade às milhares de famílias atingidas pelo afundamento do solo.
Lula e Marina sempre se posicionaram contra os efeitos da mineração em Mariana, que completou neste final de semana dez anos.
Não fizeram o mesmo no caso Braskem.
O crime ambiental em Maceió vem servindo para eleger ou manter muita gente na política-eleitoral. Com oportunismo e tudo mais que as palavras possam expressar.
E parece que vai continuar assim, nos próximos anos.
