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Maioria rejeita relatório de Gaspar, que pedia prisão de Lulinha

A CPMI do INSS rejeitou, por 19 votos a 12, o relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, além de ex-ministros dos governos Lula e Bolsonaro. Com isso, o colegiado encerrou seus trabalhos sem aprovar um documento final e sem responsabilizações.

– Data da votação: madrugada de sábado, 28 de março de 2026.
– Resultado: 19 votos contrários e 12 favoráveis ao relatório.
– Relator: deputado Alfredo Gaspar (PL-AL).
– Conteúdo do parecer: recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas, entre elas:
– Fábio Luís Lula da Silva (“Lulinha”), filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
– Ex-ministros de Lula e Jair Bolsonaro.
– Empresários como Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Motivos da rejeição
– Base governista e Centrão se uniram contra o relatório.
– Oposição ao governo Lula apoiou o parecer, mas não conseguiu maioria.
– A rejeição reflete a disputa política dentro da comissão, que não conseguiu consenso sobre responsabilizações.

Consequências imediatas
– Sem relatório final: a CPMI encerra sem documento oficial.
– Sem indiciamentos: nenhum dos investigados será formalmente responsabilizado pela comissão.
– Impacto político: a decisão reforça a polarização entre governo e oposição, mas esvazia o efeito prático da investigação.

Como votaram os parlamentares
– Favoráveis ao relatório: nomes ligados à oposição, como Magno Malta (PL-ES), Rogério Marinho (PL-RN), Damares Alves (Republicanos-DF) e Marcel Van Hattem (Novo-RS).
– Contrários: maioria formada por parlamentares da base governista e do Centrão.

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