O próximo prefeito de Maceió terá dois grandes desafios logo após assumir a administração municipal em 1 de janeiro de 2021, segundo mostro no EXTRA.
O primeiro é uma reforma administrativa que promete atrair, de cara, a insatisfação do servidor público.
Os gastos com pessoal atingem 52% e o prefeito terá apenas 1,19% do orçamento para gastar como quiser, já que o restante é verba carimbada.
O atual prefeito, Rui Palmeira, não conseguiu fazer a reforma cujo objetivo era economizar R$ 12 milhões por ano.
O desafio fica para o próximo gestor, seja ele JHC ou Alfredo Gaspar, disse um experiente vereador.
Outro problema: a partir de 1 de janeiro, 330 mil famílias deixam de receber o auxílio emergencial do Governo Federal. E em Maceió 1 em cada 5 pessoas está desempregada e 1 em cada 3 recebe bolsa família ou BPC.




