Não há como torcer a favor de um país que tem Jair Bolsonaro na presidência, e a assertiva é consequência de sua baixeza vocabular, associada às piores práticas como personalidade pública representativa da coletividade.
Ao ser questionado por jornalistas sobre pontos polêmicos de seu governo, a verborragia escorre sórdida, tipo: “ganhei, porra!” que além de não responder ao que foi perguntado ainda desqualifica a situação. Mas esta postura do presidente, vai além da ignorância comum, e cada vez mais elabora o hibridismo linguístico misturando esgoto, latrina e fundo do poço.
Ao ser perguntado sobre políticas de preservação ambiental Bolsonaro respondeu que bastaria “fazer cocô dia sim, dia não” para resolver o problema, sugerindo inclusive ao próprio jornalista fazer isso. Comer menos e evacuar menos.
Poderia ser cômico, mas é uma derrocada tremenda! Parte da imprensa brasileira que pressionou Lula e Dilma, tripudiou sobre a educação e bons modos de ambos, agora recebe no meio do rosto os excrementos de Bolsonaro.
A predileção do presidente pelo baixo ventre parece ser antiga, e arraigada ao seu perfil existencial de tal modo, que nem mesmo uma faixa presidencial consegue reprimir seus ímpetos intestinos.
Se fosse o Lula… Nunca seria dessa forma!
Lula fala de política com amor e idealismo; toca no rosto do povo olhando nos olhos e arranca lágrimas de emoção boa. Lula possui uma estética de homem público que cada vez mais libera saudade, desejo de vê-lo livre, ajudando esse país a resgatar o respeito por si mesmo.
A cada dia um grau maior de repúdio por Bolsonaro, que já se encaminha para ser o presidente mais nojento da história brasileira.
