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Livros proibidos para o povo: como funcionou o 1º gabinete de leitura em Alagoas?

Foi um sucesso a campanha de arrecadação de livros, liderada pelo professor e advogado José Correia da Silva Titara. Objetivo era formar um gabinete de leitura, que antecedeu a Biblioteca Pública Estadual. Estamos no ano de 1857.

Foram mais de dois mil livros doados- sobre o militarismo, Direito, História, Religião, Sociologia, Ciência, Ficção.

Mas Titara queria proibir o acesso do povo aos livros, porque iria furtar, rasgar, riscar.

Para isso, tomou providências. Andava com a chave do gabinete de leitura no bolso. Abria-se o local quando Titara queria.

Daí transferiram os livros para um novo prédio, onde passaria a funcionar a biblioteca pública.

Aconteceu aquilo que Titara previu: os livros sumiram.

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