A jovem Laynne Fontes chegou ao Coletivo Mulheres que Escrevem para somar.
Sua energia juvenil é sinal de que o conglomerado cultural com perfil de gênero tem vocação para a longevidade, pois a verve literária de Laynne vitaliza e sua escrita traduz uma honestidade que envolve e encanta.
No estande do Coletivo Mulheres que Escrevem, na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, teremos a presença da autora em sessão de autógrafo, mais exibição permanente de suas obras As Minhas Vozes e Nair e Hélio: recomeços.
Em As Minhas Vozes, Laynne aborda a experiência como ouvidora de vozes que não controla, e autobiografa sua luta pela despatologização :
“Escrever esse pequeno livro fez eu me enxergar mais e olhar mais para as minhas vozes. Desde já, tratar das vozes e saúde mental ainda é um tabu, que devemos desconstruir”.
No romance Nair e Hélio: recomeços, a autora faz uma referência saudosa e afetiva aos bisavós, dando seus nomes aos personagens: “baseado no amor que eu via dos meus bisavós e não haveria nomes melhores pra homenagear se não fosse o deles”.
Para entrar em contato com a autora:
@autoralaynne
@mulheres_escrevem
