Trata-se de Sidônio Palmeira, secretário de Comunicação (o cargo tem status de ministro) do governo Lula. Líder do prefeito JHC, de Maceió, o vereador Kelmann Vieira crê que ele atua junto ao primo, o vereador Rui Palmeira, para tentar desestabilizar a gestão e criar medo entre os servidores públicos por causa do Banco Master.
“Ele (Sidônio) deveria cuidar era dos gastos das viagens da Janja”, disse Kelmann.
Entenda o caso:
A Prefeitura de Maceió enfrenta questionamentos sobre a aplicação de R$ 100 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município (IPREV) no Banco Master. A operação foi divulgada após manifestação do vereador Rui Palmeira, que apontou riscos relacionados à saúde financeira da instituição.
O Banco Master está sob análise do Banco Central, que suspendeu a venda de parte de suas operações ao Banco de Brasília (BRB).
E quem é o BRB? O banco que assumiu as contas dos servidores de Maceió.
A medida gerou preocupações sobre a segurança dos recursos aplicados, que pertencem ao fundo previdenciário dos servidores municipais.
Em resposta à repercussão, a Prefeitura exonerou servidores comissionados ligados ao IPREV e anunciou a transferência das contas dos beneficiários para o BRB.
Até o momento, não foram divulgados os critérios que levaram à escolha do Banco Master como destino dos recursos nem os planos para garantir a integridade dos valores aplicados.
Daí o aumento das dúvidas.
