“A polícia tinha que ser mais organizada, levantar as estatísticas da criminalidade e montar uma estratégia para combatê-las nas áreas com maior número de casos. Aquele trecho é conhecido pelo grande número de assaltos. Se houvesse ao menos uma blitz, isso não teria acontecido”, disse ontem, indignado, o juiz Jerônimo Roberto Fernandes dos Santos, patrão de Maria das Graças Pereira da Silva, de 40 anos, morta durante um assalto a um micro-ônibus na noite da última quinta-feira, em Rio Largo.
As informações são da Gazeta de Alagoas.
Mãe e avó, a vítima, que estava indo para a casa de uma amiga, era uma das passageiras do veículo e foi atingida na cabeça por um dos assaltantes. Maria das Graças chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE). O corpo foi retirado do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió pela família na madrugada de ontem. O velório e o sepultamento seriam realizados no município de Viçosa.
Após uma noite de terror, dois dos três homens acusados de assaltar o micro-ônibus foram presos. Willams Medeiros de Souza, de 19 anos, foi atropelado no local do crime. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e levado ao HGE.








