Se se mantiver na disputa pela Prefeitura de Maceió, o deputado JHC (PSB) terá um páreo duríssimo a enfrentar: não só o candidato Alfredo Gaspar de Mendonça (se ele realmente desistir da carreira no Ministério Público), mas a estrutura do prefeito Rui Palmeira e do governador Renan Filho.
E isso é muito para alguém que, mesmo o mais votado nas eleições a federal, não tem um grupo político robusto para desafiar calheiristas e palmeiristas.
Se confiar no prestígio eleitoral de Jair Bolsonaro, JHC pode ser varrido da votação. O presidente está sem partido e, por isso, se põe fora das eleições municipais.
Pode haver uma saída se ele se aliar ao deputado cabo Bebeto, representante de Bolsonaro em Alagoas.
Mas o discurso terá o “bandido bom, bandido morto”? Arminha?
É fato: JHC teve tempo para formar um grupo político próprio. Desperdiçou a chance. Tenta correr atrás do prejuízo. Vai dar tempo? Enquanto os dados rolam, o jogo continua.




