O Instituto Médico Legal Estácio de Lima liberou os 17 corpos que estavam espalhados pelo chão e e as pedras onde são feitos os exames de necropsia, antes de serem enterrados. A medida foi uma determinação da Justiça. Como no instituto não havia médicos legistas para assinar os laudos, os corpos foram encaminhados ao Hospital Geral do Estado.
Os médicos legistas foram ameaçados de prisão por se negarem a trabalhar. Eles estão em greve. O Sindicato dos Médicos confirma que os 30% dos serviços não estão em funcionamento por falta de condições de trabalho e o não-pagamento de uma gratificação.
A crise no IML de Maceió, mais uma vez, ganhou destaque nacional. Os sites do Jornal do Brasil, Terra além dos portais locais.






