Tem sido fácil escrever nos últimos dias, porque falar sobre pessoas a quem amamos e admiramos traz prazer ao ato da escrita.
Precisamos ocupar nosso tempo com ações que elevam, relatos e narrativas que animam e incentivam a caminhada, pois somos um país de luto, que ainda chora perdas inúmeras, mas não quer morrer! Queremos viver, não apenas sobreviver.
Assim é possível começar a falar sobre a jornalista Olívia de Cerqueira, uma militante da vida contra as sequelas da Doença de Machado-Joseph também conhecida como Ataxia Espinocerebelar, uma enfermidade de caráter degenerativo, que mudou a história da também escritora.
A dificuldade nos movimentos, contudo, não impediu Olívia de insistir, de continuar, e nossa memória foi construída com mais vigor quando reunimos forças para o lançamento do seu primeiro livro, Mosaicos do Tempo, que vingou a partir de uma campanha de financiamento coletivo exitosa.
Nos encontros do Coletivo Mulheres que Escrevem, Olívia encontrou muita acolhida e várias leitoras!
Já lançou outros dois, por iniciativa própria: Palavras Sem Nexo e Cheiro de Memórias.
Salve Olívia! Salve a escrita que nos salva!





