Eu poderia ter desenvolvido a habilidade da contação de histórias e fazer parte dos grupos valorosos de contadores que Alagoas possui. Na limitação que me contempla, conheço algumas ilustres e inimitáveis contadoras de histórias infantis ou não, como as professoras Miriam, Simone e Érika, todas da Semed Maceió. Também as beldades Isabel Calheiros, Saôry, Marise e Marcinha Sarmento. Apenas apaixonantes e inesquecíveis!
Mas não foi esse o meu caminho. Precisei escrever histórias. Nem todas encantadas, nem todas felizes, mas muito reais. Hoje volto o foco para a necessidade de formação humanizada aos delegados alagoanos. Para eles não basta ter a formação acadêmica em Direito, precisam urgentemente, mediante a forma truculenta e arbitrária com a qual costumam tratar as pessoas que recorrem às suas obrigações de servidores públicos, de formação em Humanidade.
Para além da discussão em Direitos Humanos na perspectiva batida de tratamento humanizado para os que estão nas celas, falo de formação para o tratamento cotidiano aos cidadãos e cidadãs alagoanos que buscam o trabalho da polícia, nos âmbitos das delegacias.
Nosso povo é comprovadamente desprovido de assistências do Estado. Quando buscam o mínimo de amparo nas delegacias, costumam ser recebidos de maneira bruta, tantas vezes desrespeitosa, pelos medalhados delegados que temos.
Fica a dica ao Doutor Eduardo Tavares.




