Quando Calabar foi executado em Porto Calvo, os holandeses cumpriram uma promessa: marcharam sobre o lugar e determinaram que o morto tivesse todas as honras fúnebres. A população foi poupada de ser escravizada graças à intervenção do frei Manoel do Salvador.
Depois eles seguiram na direção de Maceió. Ergueram um forte em Paripueira, abandonado em 1636, e uma trincheira no bairro do Poço, em Maceió, formada por indígenas e demais habitantes locais.
Isso para controlar a movimentação dos portugueses liderados por Matias de Albuquerque, a essa altura instalado na hoje cidade de Marechal Deodoro.
A trincheira em Maceió foi cavada a mando do general Segismundo van Schkoppe, nascido na Prussia e servindo aos holandeses. Era ligado a Calabar e a Maurício de Nassau e responsável pela invasão a Porto Calvo. O general era tido como impiedoso com os inimigos luso-brasileiros.
Em Maceió, também ordenou que levantassem uma palhoça onde mais tarde seria erguido um convento.
A guerra contra os holandeses escalava e, da hoje cidade Marechal Deodoro, Matias de Albuquerque preparava a reação.
Com informações do livro História de Alagoas, de Moreno Brandão.




