O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem enfrentado críticas após a nomeação de 323 aliados políticos para conselhos de empresas estatais e privadas com participação da União. Essas nomeações garantem remunerações adicionais, conhecidas como “jetons”, que podem elevar os rendimentos mensais dos beneficiados para mais de R$ 80 mil.
Entre os nomeados estão ministros, secretários-executivos, assessores do Palácio do Planalto, dirigentes do PT e ex-parlamentares, além de indicados por lideranças do Congresso Nacional.
Alguns desses cargos foram atribuídos a pessoas sem credenciais técnicas adequadas, o que gerou questionamentos sobre favorecimento político.
O governo defende que as nomeações seguem as exigências da Lei das Estatais e passam por avaliação dos comitês de elegibilidade das empresas.








