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Golpe do Pix: Criminosos inovam e se passam por promotores de Justiça

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

 

Criminosos apostam na criatividade para aplicar golpes no Mato Grosso.

Eles procuram prefeituras e se passam por promotores de Justiça.

Em um dos casos, o golpista liga para a prefeitura, se identifica como promotor de justiça e que vai participar de um júri na cidade. Mas que precisa de um motorista para se deslocar. E pede um pix no valor de r$ 1500.

Na sequência, o golpista liga para o motorista e informa que o MP fez um depósito equivocado no valor de R$ 2.000,00 e pede para devolver o valor de R$ 500,00, via PIX, que seria o valor que ultrapassava o acordado na diária. O motorista, acreditando ser o promotor de Justiça e na crença de que receberá o valor acordado, faz o PIX para o golpista, segundo informa o G1.

Em outro golpe identificado, o criminoso entra em contato com a família de algum preso, se faz passar por promotor de Justiça e cobra uma quantia de R$ 2.000,00 para pagar a fiança do preso. Na sequência, encaminha os dados bancários ou PIX para que seja depositado o valor.

A Procuradoria-Geral de Justiça já solicitou aos promotores de Justiça que entrem em contato com as prefeituras explicando sobre a modalidade criminosa.

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