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Geme o Brasil no inferno de Bolsonaro

A história humana tudo abarca. O jogo do poder conhece essa tática de naturalização. Bolsonaro é a representação bolorenta dessa parcela de gente envolvida com sede e fome de ganho, despida de qualquer fineza ou elegância; assim também é a trupe bolsonarista que avança famélica sobre o Brasil.

A fome de vida alheia, a ânsia de possuir para eliminar, o desejo de reviver as farras romanas em cenário de campo de concentração nazista, explica os integrantes dos altos escalões, gente apodrecida! Gente bem vestida por fora, gente que sepultou o próprio eu e virou dejeto, por dinheiro e poder.

Todos os bem assentados no governo Bolsonaro destroem aquilo que a pasta indicada deveria proteger, salvar, viabilizar. Infelizmente, não é somente o ministro do Meio Ambiente, embora este sempre tenha sido bastante amoral.

Os ministérios e secretarias estão ocupados por uma gente anti-brasil, que está redundando na destruição dos brasileiros. Os poderes? Vão bem, apesar de moralmente enlameados pelo mesmo visco que uma boa perícia encontraria em cada um dos componentes do governo: culpa!

A anti-história que começou em 2016 visava o saque institucionalizado ao país e mapeou cada detalhe, traçando rumos de benefícios privados e implementação de perdas pontuais, projeto que foi beneficiado ao modo demoníaco do jogo, por uma pandemia.

É preciso recordar que essa história foi montada e se trata de um projeto em execução, do qual Deus, Jesus ou qualquer outra referência sagrada e de fé por certo não participam.

Satanás veste terno e dirige setores do mercado nacional e internacional, e seu desejo desde então foi consumir o Brasil com os brasileiros dentro, levando como troco jazidas, aquíferos, fauna e flora!

O fim do mundo é um feito político, e a pandemia está servindo para finalizar a estrada de muitos de nós nas vias deste tempo.

A profecia não compreendida fez com que um povo crente derrapasse nas escarpadas subidas da ambição, vestindo a toga da hipocrisia e gritando profissões de cumplicidade com os equipamentos da morte travestidos de governo.

É a mistura de ambição e moralismo religioso transformando o Brasil no protótipo do inferno, um projeto piloto da geena que engole moralmente todos os que comprometem com o governo Bolsonaro, pois se tornam aliados da destruição massiva de inúmeras formas de vida, principalmente a humana.

No final, não sabemos ainda como isso aqui termina, porque não se trata apenas do bem e do mal como nos fizeram acreditar nos romances. Aqui é a peleja dos covardes. O hades dos defensores da vida. A desertificação da religião e o embrutecimento dos santos. Essa hora marrom não tem fio condutor e o que nos salvará, talvez, seja o instinto de sobrevivência.

Os canais estão sendo silenciados.

A sentença pode sair torpe outra vez.

Os abutres demonstram como exercem seu reinado.

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