Isnaldo Bulhões já sente o fogo amigo do Governo, Assembleia Legislativa e do MDB logo após ser especulado para disputar a chefia do Executivo estadual.
Ainda sob o fantasma da Operação Taturana, Bulhões rapidamente se colocou como carta fora do baralho na sucessão estadual.
O passado ainda condena o deputado, atual líder do MDB na Câmara, transitando e mandando muito no Ministério das Cidades. Entre uma eleição a governador, onde os maiores inimigos de Isnaldo se dizem aliados, e uma reeleição, melhor ficar em Brasília.
É uma prova que, na política, não há amigos mas interesses.




