Exportações e estiagem são os maiores vilões em aumentos nos preços dos alimentos em Maceió

A maior demanda nas exportações e a estiagem são os principais vilões no aumento do Índice de Preços ao Consumidor de Maceió (IPC) e da cesta básica no mês de setembro. Os números foram de 0,42% e 0,50%, em relação ao mês de agosto.

Segundo o estudo, dentre os grupos que o compõem o IPC, Alimentação (0,72%), Habitação (0,25%) e Fumos e Bebidas (0,25%) obtiveram as maiores variações da tabela. Segundo o gerente Gilvan Sinésio, os subgrupos Cereais (1,86%), Verduras e Legumes (1,65%) e Tubérculos (1,45%) foram os principais responsáveis pelo aumento do grupo alimentício.

Já o que levou ao aumento do grupo Fumos e Bebidas (0,25%), foi consequência da variação de preço no mercado. Quanto ao grupo Habitação (0,25%), o aumento foi decorrente da manutenção da inflação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), que reajusta o setor.

A Cesta Básica apresentou uma variação de 0,50% em relação ao mês anterior, o que acarretou num comprometimento de 38,38% do salário mínimo em vigor. O arroz e o tomate foram os responsáveis por este crescimento, por causa da ausência de chuvas e a diminuição da oferta, a exportação e as baixas safras.

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