BLOG

Estrategistas do caos e governo de marionetes. Já aprendeu a falar inglês?

A pulverização de feitos estratosféricos, enlouquecidos, azucrinantes, aberrantes, escalafobéticos, e similares a tudo isso, que nós brasileiros estamos acompanhando pela internet, faz parte de uma estratégia que busca incapacitar opositores do governo Bolsonaro de centrarem foco em ações que visem mobilizar e reunir multidões, ou seja, busca proteger a famigerada reforma da previdência!

Como? Esvaziando a crença, e refletindo nas ruas a desilusão.

Não há ferida onde Bolsonaro não aperte, e conhecendo suas gritantes limitações cognitivas, é fácil concluir com segurança que existem estrategistas do caos por trás da cara atropelada do governo.

A confiança nos líderes foi o primeiro alvo dos ataques midiáticos, no intuito de viabilizar o golpe de 2016. A apresentação de um mito sem virtudes a insuflar o instinto assassino do mediano misantropo, emplacou a arminha na mão do cidadão. A facada sem sangue, a eleição do buraco negro, e a comitiva exótica que o acompanha, parece ter transformado o cotidiano em algo deslocado das decisões, declarações e ações governamentais.

Em um mesmo dia, uma chuva ácida informacional cai sobre internautas, que acompanham e absorvem os efeitos das arbitrariedades, inversões, anomalias, vilanias, psicopatias que vêm do governo, seus familiares ou equipe de monstrengos, menos o Paulo Guedes, que é homem de uma tecla única: reforma da previdência!

Os idealizadores do caos não esquecem detalhes, sejam quais forem. Desde rasgar a lista de peixinhos ameaçados de extinção ao ataque frontal às festas imaginárias nas universidades públicas, criam fatos, investem ainda nos mesmos mecanismos de distribuição de fake news e aquecem debates sobre o sexo dos anjos, para que a reforma da previdência se torne assunto menos interessante.

O Instituto Nacional do Câncer recusa palestra gratuita de Leonado Boff (nome presente em uma lista de demônios distribuída pelo zap) e o próprio presidente assume o posto de cafetão e autoriza turismo sexual no Brasil, mas condiciona à objetificação das mulheres, para contrapor-se aos gays.  Se for para fazer sexo com mulher pode vir para o Brasil, que o Bolsonaro permite!

Quando convém, elogia a família evangélica e a coloca como modelo, mas para criar outros bafafás logo esquece a moral e os bons costumes e lacra o machismo vulgar na face do globo, que ainda nem se recuperou de outras blasfêmias recentes.

Enquanto a desordem desestimula a luta popular, os acordos milionários esvaziam a democracia e contornam a plutocracia.

Bolsonaro e suas psicopatias são a ponta do iceberg.

Que trevas profundas dominam esse cenário? A fome inescrupulosa e insaciável de um mercado internacional com ânsia de recolonizar isso tudo aí.

Já aprendeu a falar inglês? Talvez possa precisar.

SOBRE O AUTOR

..