Em juri, estudante confessa crime e alega ter sido provocado por vítima

Ele alega ainda que a vítima havia lhe provocado no bar Maikai, por isso, pediu a um amigo que fosse até o carro e pegasse o revólver

Alegando estar nervoso e desesperado, o estudante de Direito, Carlos Alberto Schienke de Albuquerque Melo, confessou na manhã desta segunda-feira, durante julgamento no fórum do Barro Duro, ter matado o estudante Carlos Evandro,  morto no bar Maikai, no Stella Maris, em 12 de março de 2007.

Carlos foi morto com oito tiros. Antes, havia discutido com a vítima em um show de forró, na Barra de São Miguel.

O julgamento do caso teve início nesta segunda-feira.

“Quatro meses antes do crime, eu e mais dois amigos estávamos em um show e, depois de algum tempo, decidimos sair do camarote e ir embora; porém, esse Evandro, Bruno Menezes e mais dois, todos bombados, estavam atrapalhando a passagem, jogando cerveja para todo lado. Chamei o segurança e eles se revoltaram comigo e já me espancaram com socos e pontapés, até eu desmaiar. Meus amigos também foram agredidos”, disse.

Ele alega ainda que a vítima havia lhe provocado no bar Maikai, por isso, pediu a um amigo que fosse até o carro e pegasse o revólver.

Sete jurados vão ouvir os argumentos do estudante de Direito e do promotor Marcus Mousinho e do advogado de defesa, Luiz Medeiros, para dar a sentença que condena o absolve o réu.

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