Egito recupera estátua roubada de 3.400 anos

Revista Pesquisa FAPESP

Está agora no Museu do Cairo, em restauração, o fragmento de uma estátua de 3.400 anos que representa a cabeça do rei Ramsés II (1303 a.C.-1213 a.C.), o terceiro faraó da 19ª dinastia do Egito, que governou de 1279 a 1213 a.C.

A estátua pertence a um grupo de esculturas em que o rei está sentado ao lado de divindades egípcias antigas.

Roubada do templo de Ramsés II, na antiga cidade de Abidos, no sul do Egito, entre o final dos anos 1980 e início dos 1990, a peça foi colocada à venda em Londres em 2013 e esteve em vários países antes de ser confiscada em Genebra, na Suíça, e devolvida ao seu país de origem.

A Suíça e o Egito fazem parte da Convenção da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) de 1970 sobre as Medidas para Proibir e Impedir a Importação, Exportação e Transferência de Propriedades Ilícitas de Bens Culturais, reforçada em 2011 com a entrada em vigor de um acordo bilateral sobre a importação e o repatriamento de bens culturais (Reuters, 21 de abril; Swissinfo, 4 de julho de 2023 e 22 de abril de 2024).

Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

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