Educação, Governo, professores e alunos viram performance no Centro de Maceió

Alunos de um projeto de extensão do Ifal, fizeram nesta manhã de sábado, uma performance em pleno calçadão do comércio de Maceió, na qual criticavam o (des)valor que o governo tem dado à educação, sua indisposição para com os professores – não os ouvindo- e a não percepção dos alunos, acerca da ocorrência desse fenômeno.

Em palavras nossas: representavam a indignação da sociedade alagoana, relativamente à precarização do Ensino Superior, sendo esta, contudo, mal sentida, mal percebida e, por isso mesmo, eternizada(?) . Até onde estaremos tão alienados?

Tratava-se do Projeto Arte em meio Urbano, combinando elementos das artes visuais e teatro no espaço público, “no intuito de mostrar às pessoas que todos temos necessidades de expressar, e ativar a subjetividade, com assuntos que fazem parte da vida de todos nós”, como afirma Arlindo Cardoso, um dos monitores do projeto e ex-aluno do curso de Química.

Segundo Cardoso, ” O projeto possibilita a aproximação com a Arte, sem comprar ingresso. Sem as pessoas esperarem, acabam sendo surpreendidas com assuntos que são seus. Ativam a opinião. Dizem se vale ou não a pena. Isso é muito importante para quem trabalha com a Arte em meio público”.

O curso de Artes/Projeto de extensão do Ifal é aberto à comunidade em geral e acadêmica também. É formado por alunos de vários cursos. Além de Arlindo Cardoso, tem como monitores Daniel Cavalcante e Lucas Cardoso, todos ex-alunos. É orientado pela professora Eliza Magna.

Pelo alcance, disposição e vigor da performance, nossos parabéns ao grupo engajado, que leva um pouco do Ifal para a sociedade, ajudando-a a perceber-se, com muita beleza, criatividade e arte.

 

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