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Eduardo Leite busca em Alagoas o PSDB perdido

Agora ex-bolsonarista, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) vai estar em Maceió no próximo sábado, a convite do senador Rodrigo Cunha.

O ninho tucano está dividido. E pior: sem um candidato competitivo à presidência da República.

Quando Leite assumiu nacionalmente que era gay, houve um respiro na legenda: os holofotes se voltaram para ele e o PSDB pode contar com o jovem governador na disputa presidencial.

Não é algo simples, porém.

O PSDB está rachado em três lados: o do governador de SP, João Dória; o do ex governador Geraldo Alckmin. E agora Eduardo Leite, que conta com o apoio de Rodrigo Cunha para assumir o comando do partido.

Alckmin deve sair do PSDB para ser candidato ao Governo paulista, caminho natural de João Dória se ele não for viável ao Palácio do Planalto.

Uma crise gravíssima: o PSDB pode ficar também sem o Governo de SP, que ele comanda desde 1997.

As turras tucanas não são diferentes em Alagoas.

Rodrigo Cunha é presidente do partido mas não consegue unidade local nem para garantir ele mesmo na disputa ao Governo.

A deputada federal Tereza Nelma e sua filha, vereadora Teca Nelma, discutem sair do partido. Elas estão mais próximas dos Calheiros.

Sequer houve solidariedade a Teca, em episódio envolvendo o vereador Fábio Costa. O que diz muito sobre o mundo da política e dos negócios.

A partir de sábado tudo pode ser diferente. Ao menos no partido.

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