Em entrevista à rede americana BBC, Al-Faisal Qudsi, filho do ex-chanceler da Síria, Nazim Al-Quds, disse que a economia da Síria está se desintegrando lentamente, por causa da pressão das ruas. Segundo ele, as sanções internacionais afetam o País e não apenas o regime- que enfrenta onze meses de protestos, com seis mil mortos, no regime de Bashar al-Assad.
Pelos números do Al-Faisal Qudsi, o turismo registra uma queda de 15% no Produto Interno Bruto, o PIB. Já as exportações de petróleo representam uma queda de 30%- e por causa das sanções internacionais, apenas Jordânia, Iraque e Líbano consomem o petróleo Sírio.
As primeiras sanções econômicas partiram dos Estados Unidos e dos países que formam a União Européia. Foram seguidos pelos países da Liga Árabe.