Um dia, no futuro próximo, muitos irmãos espíritas haverão de compreender que um projeto político voltado unicamente aos interesses do mercado financeiro, sustentado por mentalidade arcaica, empobrece as pessoas.
Não falo aqui da pobreza moral ou de “espírito”, mas da pobreza material mesmo.
Aquela que se impõe pela retirada de direitos trabalhistas, diminuição e emperramento intencional da mobilidade social, mais outras mazelas correlatas que podem ser facilmente encontradas nas ações do presidente Jair Bolsonaro.
Portanto, quem fez tanta campanha e espalhou induções pelos canais midiáticos e também nas oportunidades de palestras para milhares, com vistas a demonizar a esquerda e elevar essa representação política que aí está, deveria agora se retratar e pedir perdão pelo acirramento da fome e da miséria, que penalizam os estômagos e torturam as mentes dos desesperançados.
Pedir dinheiro ao povo brasileiro para manter projetos outros, que não a vitória sobre a fome de cada dia, se tornou algo pouco indicado.
Lamentando mais uma vez que a mesma imagem que Divaldo Franco utiliza para fazer uma campanha em favor da Febtv ele tenha usado outrora para induzir o voto no algoz do trabalhador brasileiro, rogamos por uma campanha de politização e responsabilidade histórica do público espírita brasileiro.
Porque escolha política define acessos ao consumo, e implica em vida e morte, bem estar social ou barbárie. E tudo o que acontece nas sociedades terrenas, merece ser compreendido à luz da razão.
Quem votou em Bolsonaro contribuiu para o empobrecimento da nação.
Abaixo, vídeo:
