A morte de Genilson de Mendonça Melo, na época com 35 anos, pode incluir novas ações e personagens a partir de elementos colhidos pelo promotor de Marechal Deodoro Hamilton Carneiro Junior, que determinou a abertura de um procedimento investigatório criminal no dia 5/2.
Genilson foi assassinado a tiros em 29/5/2014, na Barra Nova, em Marechal. Segundo as investigações, o crime foi cometido por Claudionor do Nascimento, que tinha interesse na esposa de Genilson.
A conclusão da Polícia Civil é que o crime foi passional.
Mas uma carta obtida pelo promotor acrescenta novos fatos:
- a vítima tinha um seguro de vida;
- quando ele foi baleado, agonizou durante duas horas na rua à espera da viatura do SAMU. Enquanto isso, uma pessoa que convivia com Genilson demorou a chegar ao local e perguntava às testemunhas, e por várias vezes, se ele já tinha morrido, atitude que despertou revolta a quem assistia à cena. Essa pessoa, diz a carta, recebeu o dinheiro do seguro;
- Genilson foi levado ao Hospital Geral do Estado, em Maceió, onde morreu;
- Horas após o sepultamento, a casa de Genilson foi arrombada e seus pertencentes, levados.
A carta também acusa Claudionor pelo assassinato.
