Dois cristãos, defensores da família, da moral e dos bons costumes. Defensores de armas nas mãos das pessoas de bem. Esses cristãos não assumem a responsabilidade pelo assassinato de Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes, 5 anos, no Rio.
Quando a lei de talião- defendida pelos dois- sai da zona de controle, Witzel e Bolsonaro transformam corpos em palanque.
São os sepulcros caiados típicos deste tempo. Garotos-propaganda nas grandes empresas vendedores de armas, fabricantes da morte no varejo.
Porém, na hora da defesa do indefensável- o cidadão armado, cada um assumir para si a vida e a morte dos outros- os dois agem da mesma forma: na covardia.
Essa gente é modelo de homem público para um bocado de candidatos a prefeito e vereador no próximo ano.
Vale a pena elegê-los?





