O secretário de Defesa Social, coronel Dário César, disse que o fim da greve nos
dois institutos médicos legais- dos médicos legistas e dos peritos- depende apenas dos profissionais.
Segundo ele, o Governo ofereceu uma proposta salarial para o fim da paralisação (uma bolsa de R$ 2.500 aos profissionais, que seria incorporada aos salários), além de dois espaços para extensão dos trabalhos no IML Estácio de Lima- enquanto o novo prédio do instituto não é construído: o necrotério da Universidade Estadual da Saúde (Uncisal) e uma sala para perícia em pessoas vivas, no Hospital Sanatório.
“Parece ser falta de compromisso com a sociedade”, disse o secretário.
“Se o problema é estrutura porque o IML de Arapiraca está parado se ele é novo?”, questionou Dário César- confirmando ainda as mudanças nos comandos das polícias civil e militar.
Questionado pela TV Gazeta se a greve atrapalharia o lançamento do Plano Nacional de Segurança Pública nesta quarta-feira, pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, Dário César negou mudança nos planos. “Nada pode atrapalhar o plano. Estamos trabalhando para trazer peritos nacionais para cá”, disse.








