Há uma chance, nesta segunda, de um entendimento conjunto entre JHC e Paulo Dantas sobre a compensação das vítimas da Braskem.
Ambos agendaram encontro nesta manhã. Como se sabe, os dois representam lados opostos na política local. Mas o buraco que afunda na lagoa Mundaú também está tragando a popularidade dos dois. A queda dos likes nas redes sociais obriga certas cerimônias. Abraços e apertos de mãos ocasionais estão nas regras do jogo.
Nem Dantas nem Jota têm políticas de Estado para enfrentar este problema comum. O prefeito segura na gaveta o plano diretor; Dantas tem um planejamento errático para a capital.
Onde colocar 60, 70, 80 mil pessoas que viviam suas vidas e perderam tudo, da noite para o dia? Vão dormir no chão de escolas, em colchonetes baratos e comendo marmita fria até quando? O desastre ambiental inflacionou os aluguéis, o aluguel social talvez banque um quarto em grotas ou áreas bem distantes ou isoladas da cidade.
O blog sugere a ambos que o Estado pague o aluguel em pequenos hotéis e pousadas espalhados pelo Centro da capital. Seria bom para o empresário, melhor ainda a quem precisa de um teto digno.
Pelo menos até vir uma solução mais definitiva.




