Dezenas de sindicatos e entidades nacionais ligados à área médica repudiaram a prisão do presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed), Wellington Galvão, na tarde da segunda-feira passada.
Em notas de repúdio, muitas delas publicadas nessa edição da Gazeta, as entidades também fazem duras críticas ao governo do Estado por causa da situação de penúria em que se encontra o Instituto Médico Legal (IML).
Mas o Poder Judiciário também não foi poupado, sendo acusado de “interferir no movimento pacífico e democrático dos trabalhadores da área [de saúde]”.
Numa das notas, o governo é acusado de “não negociar uma saída política e justa para a situação do IML e a greve dos legistas, fazendo com que essa relevante questão social seja tratada como caso de polícia”. Quem faz a queixa é o Sindicato dos Bancários, outra categoria em greve e que também se vê em embates com o Poder Judiciário para não voltar ao trabalho.
O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) se juntou a outras três associações, incluindo uma da Paraíba, e divulgou nota classificando a prisão de Galvão como “uma tentativa de cunho restritivo ou de intimidação da categoria”.
O Sindifisco, que representa a categoria dos fiscais de renda, acusa o governo do Estado de fazer com que o IML passe por “um desmonte sem precedentes na história, impedindo as instituições de exercerem minimamente suas atividades legais, deixando a população entregue à própria sorte”.
As informações são da Gazeta de Alagoas