Escola Livre, o retorno.
Uma lei revogada em Alagoas pode voltar a valer?
Sim, é o entendimento do deputado Davi Maia.
Estranho é que esse projeto segue os mesmos moldes em outros estados.
Ou seja: professor que falar sobre política e religião em sala de aula corre o risco de ser demitido, como aliás acontece em alguns casos mostrados pelo país.
Mas o professor também pode ser preso. E aí o objetivo do movimento: obrigar os professores a transformar o bolsonarismo em uma religião de estado, cultuando o presidente na marra.
Tivemos isso na ditadura com escolas batizadas com nomes de presidente do regime militar. Também na era Getúlio Vargas, no Estado Novo.
Também uma ditadura, ressalte-se.
Estranho é que em plena democracia e na figura do jovem parlamentar Davi Maia, filiado ao DEM, ex-PFL e ex-Arena, sustentáculo da ditadura, esse movimento querer encontrar o verniz da legalidade.
Será o acaso?





