Ícone do site Repórter Nordeste

Como funcionava o esquema criminoso que movimentou R$ 50 milhões?

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (25) a segunda fase da Operação Conexão Sul de Minas, com o objetivo de desarticular duas organizações criminosas que atuavam no Sul de Minas Gerais e no interior de São Paulo. As investigações revelaram um esquema altamente estruturado, responsável por uma série de crimes graves, incluindo tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, roubo a bancos, extorsão e adulteração de veículos.

Segundo a PF, o grupo movimentou cerca de R$ 50 milhões em ativos ilícitos ao longo de um ano. Parte desse valor era dissimulada por meio da compra e venda de automóveis usados, além da utilização de empresas de fachada e pessoas laranjas para ocultar o patrimônio. Entre os bens apreendidos estão veículos de luxo, embarcações, imóveis e valores em contas bancárias.

Nesta etapa da operação, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e oito de prisão temporária, além de buscas e sequestro de bens. As ações ocorreram em cidades como Alfenas, Varginha e Poços de Caldas, todas em Minas Gerais.

A operação também incluiu a coleta de material genético de suspeitos para inserção no banco nacional de perfis genéticos, com o objetivo de cruzar dados com outros crimes, como ataques a instituições financeiras.

Sair da versão mobile