Renan Filho driblou as pressões políticas e fechou os cargos de segundo escalão no Ministério dos Transportes só com técnicos. George Santoro é um deles mas não o único.
O ministro quer repetir em Brasília o que fez na Sefaz alagoana.
O que os técnicos da Sefaz ainda não conseguiram descobrir é como transformar dinheiro em desenvolvimento social, ou seja, incluindo quem está fora da mesa.
A Fazenda estadual fica a 1 km de um dos lugares mais miseráveis de Alagoas: o Dique Estrada.
O prédio da secretaria está no Centro de Maceió, local onde o patrimônio público e histórico cai aos pedaços.
Santoro entrou e saiu, Renan Filho entrou e saiu. A gestão não alterou a vida de quem mora no Dique Estrada nem mudou a ‘cara’ do Centro.
Agora, as estradas que Renan Filho quer reformar ou construir podem ajudar o ministro a descobrir como os bilhões de reais para as empreiteiras também podem circular entre os dedos dos trabalhadores.
A prioridade presidencial existe. Mas é preciso o ex-governador querer.




