Folha
Um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) aponta desvio de pelo menos R$ 2,8 milhões repassados pela Petrobras
como patrocínio a uma ONG baiana entre 2004 e 2006.
Quase a totalidade dos repasses ocorreram na gestão do petista José Sérgio Gabrielli na estatal. Ele deixou a empresa nesta semana para integrar o governo baiano.
Na época da assinatura dos quatro contratos com a ONG Pangea Centro de Estudos Socioambientais, que somam mais de R$ 7 milhões, a organização era presidida por Sérgio Santana, ex-deputado estadual pelo PMDB-BA. O desvio envolvia a emissão de cheques para “esquentar” notas frias.
Cinco empresas supostamente fornecedoras da ONG estavam envolvidas. Quatro delas são de fachada. Notas fiscais emitidas contavam com a mesma grafia. Além disso, os sócios das diferentes empresas eram parentes.








