Um dia após a localização dos restos mortais da pequena Sibele Ferreira dos Santos, 8 anos, na Fazenda Matinha, em Pilar, a família ainda não pode sepultá-la. É que mesmo com o reconhecimento de uma peça de roupa por sua mãe, a dona de casa, Sueli Ferreira, a perícia do material ainda não foi concluída.
Na tarde de ontem, a arcada dentária foi minuciosamente periciada pela odonto-legista, para confirmar tecnicamente se trata da criança.
Com isso, somente nesta quinta-feira é que o material encontrado a 300 metros da residência da família deve seguir para o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca para também ser periciado.
Por esta razão, o sepultamento só deve ocorrer no fim da tarde ou possivelmente amanhã.
Quanto à investigação, segundo informou o delegado de Pilar, Gilson Rêgo, ela, agora, terá um outro rumo.
“A hipótese de sequestro foi totalmente descartada. Agora, temos duas linhas definidas que são: estupro seguido de homicídio e o homicídio qualificado. Entretanto, quanto à motivação, iremos investigar também essa versão que foi noticiada de que a mãe (de Sibele) teria concedido uma entrevista sobre o problema do tráfico na região. Precisamos confirmar se isso realmente aconteceu”, adiantou Gilson Rêgo.
As informações são da Gazeta de Alagoas