Na sequência vêm as capitais Aracaju (SE), com redução de 77,7%; Goiânia (GO), com 76,4%; e Fortaleza (CE), com 72,4%.
Alagoas também se destaca neste índice positivo, reduzindo em 68,9% o registro de roubos seguidos de mortes – a maior redução entre os estados do Brasil no mesmo período. Enquanto em 2017 a cada 100 mil habitantes 1,7 era vítima de latrocínio, em 2019 essa incidência passou a ser de 0,5 em Alagoas.
Ainda segundo os dados do anuário, em 2017 Maceió registrou 15 latrocínios; já no ano seguinte, 2018, foram 16 registros deste tipo; enquanto em 2019 foram apenas 3. Já Alagoas teve, em 2017, 58 casos de latrocínio; em 2018 foram 39; e em 2019, foram 18 ocorrências.
Redução é ainda maior nos últimos sete anos
A queda no número de latrocínios na capital alagoana é ainda maior quando analisados os dados de 2012 a 2019. Neste período a capital registrou uma redução de 90%, saindo de 30 casos para apenas 3. Alagoas também apresentou uma queda expressiva, já que em 2012 registrou 96 casos de latrocínio, mas em 2019 teve apenas 18 em todo o estado, representando uma redução de 81,25%.
O governador Renan Filho explica a estratégia que levou Alagoas a reduzir significativamente diversos tipos de crimes: “Latrocínio é um dos mais brutais crimes contra vida; é quando alguém é morto numa tentativa de assalto ou num assalto. Maceió se tornar a cidade que mais reduz latrocínio no Brasil significa muito para nós que trabalhamos duro pela pacificação. Isso foi possível graças, sobretudo, a uma maior presença das polícias Civil e Militar, à ação articulada entre elas e ao trabalho de inteligência, que dificultam a ocorrência dos crimes de assalto. Essa é uma das principais marcas do estado ao longo desses últimos anos”, afirmou o governador.







