Braskem sabia e ignorou alertas de afundamento do solo em Maceió, diz MPF

A Braskem sabia – e ignorou- alertas internos sobre afundamento do solo de Maceió com a exploração do sal-gema, dizem documentos obtidos pelo Ministério Público Federal. Ao menos desde 1988 os alertas seguiam, e mesmo assim a Braskem seguia explorando poços.

A denúncia é de Carlos Madeiro, do UOL, que analisou os documentos na ação penal pedindo a responsabilização da Braskem e diretores da empresa.

Pelos relatórios produzidos entre 1990 e 1991 havia risco de “colapso global do grupo de cavernas” com potencial para causar “danos severos” na superfície.

Por isso técnicos recomendaram a paralisação dos poços considerados críticos, mas, segundo o MPF, isso foi ignorado.

Os estudos haviam sido produzidos ainda durante a gestão da Salgema.

 

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