O defensor público Ricardo Melro pede urgência para definir o futuro dos moradores do Bom Parto.
Como se sabe, os imóveis estão rachando. E a única expectativa de que eles saiam de lá mas não fiquem na rua está na Justiça.
Eis o busílis.
Desde 16 de agosto, Melro manifestou urgência em uma solução, conforme a Ação Civil Pública do Bom Parto.
Agosto passou, chegou setembro. E nada.
A Braskem, que assumiu publicamente o crime ambiental provocado por ela (e acobertado por décadas pela classe política local), não admite o que acontece no Bom Parto.
Mais grave ainda: a Defesa Civil também não.
A Braskem está sob negociação, existe o passivo Alagoas a ser pago.
Que venha uma decisão, e beneficiando os moradores dos bairros que afundaram.
Tenhamos esperança.
