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Bolsonaro ridiculariza ele mesmo e o Governo, junto ao Congresso

O Bolsonaro só pensa naquilo: cortar, tirar, excluir. Matar.

O Brasil que ele herdou de Michel Temer, que está preso, está muito pior. Ele culpa o PT. O Deutsche Welle, uma das principais publicações da Europa, diz que um trem passou por cima da educação brasileira. Esse trem se chama Jair Bolsonaro.

Com medo das manifestações agendadas para 15 de maio pela União Nacional dos Estudantes, a UNE, o ministro Weintraub tenta desmentir o confisco de 30% do orçamento das universidades . Mas também é desmentido pelo próprio Ministério da Educação.

A fórmula de Olavo de Carvalho, dono das indicações no MEC, era caçar comunistas e o kit gay.

Até hoje, Bolsonaro não baixou nenhum decreto proibindo o uso do kit gay nas escolas. Porque o kit é uma mentira. Assim como a mamadeira erótica, professores ensinando os alunos a se masturbarem nas salas de aula e todas as vozes de hospício que Olavo e a ministra Damares agregam ao Governo.

As milícias bolsonaristas nas redes sociais buscaram associar estudantes universitários ao tráfico de drogas, perversão sexual e até à falta de higiene- imagens gerando repulsa ao senso comum mais atento aos disparos recebidos pelo WhatsApp.

O resultado foi uma reação só vista em 2013. E milhares se preparam para irem às ruas. Estudantes sem bolsas de mestrado e doutorado vão se juntar aos trabalhadores e desempregados que Bolsonaro quer excluir direitos, acabar com aposentadorias, negar o acesso às universidades e sem dar nada em troca: apenas miséria e desesperança.

Enfim, um trem desgovernado destruindo uma das maiores economias do mundo.

Bolsonaro não é somente um gestor fraco. Ele ridiculariza sua própria imagem junto ao Congresso.

Ele não tem maioria para aprovar a Reforma da Previdência; Sérgio Moro, o ex-super ministro da Justiça, não tem mais o controle do Coaf. Seu pacote anticrime se resume a ensinar crianças e adolescentes a atirar e matar. Segundo a Veja, ele quase pediu demissão. Mas, recuou porque ficará desempregado. E a vaga de ministro do STF, reservada para ele, é só ano que vem.

Humilhação e mentiras caminham lado a lado. E a era Bolsonaro derrete muito rápido. Para quem era recebido como mito nos aeroportos ou carregado nos ombros pelas ruas, Bolsonaro tem um Governo associado a um número: o 171. Um estelionato eleitoral.

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