Aproveitando a exoneração da cúpula a Polícia Federal, Jair Bolsonaro busca ajustar as investigações da PF e mirá-la nos governadores, que ele trata como inimigos. João Doria (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio) são seus principais alvos. Bolsonaro quer encontrar irregularidades no uso de recursos públicos durante a pandemia do coronavírus, diz a Folha de São Paulo.
Levando em conta este critério- limpar o terreno para as eleições de 2022- Bolsonaro deve também mirar os agentes da PF na gestão de Flávio Dino, no Maranhão.
Ao mesmo tempo, mantem o funcionamento seu Gabinete do Ódio, dentro do Palácio do Planalto e coordenado pelo filho Carlos Bolsonaro, e blinda Eduardo Bolsonaro.
