Foi um decreto de Jair Bolsonaro, publicado ano passado, que autorizou a queimada da palha da cana-de-açúcar apesar da proibição do fogo indiscriminado no país, no rastro das cenas que se observam ainda hoje na Amazônia.
Bolsonaro atendeu a pedido dos usineiros alagoanos, que atuaram com personagens conhecidos da bancada federal do Estado.
Os usineiros alegavam que a topografia impedia a mecanização das áreas agrícolas.




