Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro avaliam que ele estaria disposto a apoiar um projeto de redução de penas, desde que fosse garantida a manutenção da prisão domiciliar. A medida é vista como uma alternativa para evitar o cumprimento da pena em regime fechado, possibilidade que preocupa o ex-presidente.
Após a condenação por envolvimento em tentativa de golpe, interlocutores próximos relatam que Bolsonaro enfrenta problemas de saúde e busca preservar sua condição atual. O grupo político ligado ao ex-presidente articula mudanças no projeto de lei que trata da redução de penas, com o objetivo de suavizar o texto e ampliar seu alcance.
O relatório em discussão na Câmara dos Deputados é de autoria de Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e tem apoio do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A expectativa é que o Partido Liberal vote favoravelmente à proposta.
A anistia ampla, inicialmente defendida por aliados, perdeu força.








