A julgar elas declarações do vereador e ex-presidente da Câmara, pastor João Luiz (DEM)- dadas aqui, no Repórter
Alagoas- e do deputado Jeferson Morais (DEM), sobre o desprezo dele no apoio do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) à sua campanha, o Palácio República dos Palmares inaugura uma nova estratégia na disputa pela Prefeitura de Maceió.
Terá três candidatos- Rui Palmeira, Givaldo Carimbão e Jeferson Morais- mas o governador, diretamente, não aparecerá na campanha de nenhum dos três. Acreditam os palacistas que o apoio do tucano mais poderoso de Alagoas- e o clima de medo provocado pela insegurança- pode prejudicar- ao invés de fazer engordar- os votos a qualquer dos candidatos.
Ressalva é que não é apenas o governador a ter alto índice de rejeição em Maceió. Mas, os senadores Fernando Collor e Renan Calheiros carregam a mesma “desorte”, com a diferença de ter o prefeito da capital, Cícero Almeida, em suas mãos. A popularidade de Almeida ajuda o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) e o presidente da Câmara de Vereadores, Galba Novais (PRB).








