Ouvia dizer que as eleições dividiam Alagoas em dois lados.
Escrevendo, vi que o tal azul e encarnado vão além das cores.
Nos comentários, um destes assessores identificou-se com o sobrenome “Palmeira”. Defendia Rui Palmeira e me atacava. Palavras baixas como a personalidade de quem falava.
Não creio que o Rui saiba disto. O deputado não tem a personalidade pugilante, violenta ou virulenta. Não é dado a baixeza, característica das criaturas rastejando na lama.
O tal “Palmeira” me fez ficar atento.
Logo após, foi a vez de “Ricardo Tenório”. Novos ataques. Chamava-me de “vendido”. Citava Ronaldo Lessa- para quem dizia fazer campanha- e explicava que o site devia ao governador Teotonio Vilela Filho.
Desconheço a dívida. Assim como a pessoa, na certa um nome inventado aos covardes que andam na lama e, com as mãos sujam, desabam comentários e se protegem pelo anonimato.
O tal “Tenório”- que citava Lessa- chamou-me a discussão. Ignorei.
Reafirmo: não creio que os dois candidatos citados saibam deste assunto. Nem autorizem a ação.
Mas, a crise de ética, de moral, que abala determinadas criaturas chega a me chocar.