Dois motes prometem transformar o guia eleitoral em uma guerra, entre os
dois grupos que disputam a eleição (Collor/Renan de um lado; Teotonio Vilela Filho, do outro): o estaleiro Eisa, que esta semana teve licença negada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama); e o Plano Nacional de Segurança- o Brasil Mais Seguro, pelo Ministério da Justiça.
Quanto ao estaleiro, o Palácio República dos Palmares acionou a bancada governista na Assembleia Legislativa: acusa uma “influência política” no afastamento do terceiro maior empreendimento deste tipo do planeta.
É um recado aos senadores Collor e Renan. Seriam eles quem desejam o fim das negociações?
“Estou sempre em Brasília, participei das reuniões com o senador Collor e quem teve o discurso mais duro, mais incisivo e bate de frente com a ministra [do Meio Ambiente, Izabella Teixeira] foi o Collor”, disse Euclydes Mello- suplente de Collor.
E quando se fala na questão política? Por que a máscara não serve a Collor e Renan? “Posso falar pelo Collor neste caso. Quando se diz questão política não se trata dos políticos locais. Todos estão lutando para que o estaleiro se instale em Alagoas. Agora, qualquer estado da federação quer um empreendimento deste porte. Serão gerados 50 mil empregos e os estados que mais crescem no Nordeste querem este empreendimento”, disse Euclydes.






