Os candidatos a prefeito- Maceió e outras cidades- reclamam da falta de dinheiro para o financiamento das campanhas. São dois os motivos para que todos os alagoanos acreditem em uma era raquítica nos cofres dos postulantes a cargos públicos:
1. A falência das usinas de açúcar e álcool (não dos usineiros). Citam o exemplo do deputado federal João Lyra (PSD) que, nesta terça-feira (24) enfrenta seu nono protesto de trabalhadores sem receber salários. Confia JL na moagem da cana de açúcar, em Alagoas e Minas Gerais, para melhorar a circulação do capital nas empresas;
2. A seca. Tradicional conhecida pela indústria de miséria e o poderio perverso de alguns prefeitos (coroneis), o fenômeno climático não atraiu- dizem os candidatos- dinheiro federal (pelo menos suficiente) na pressão sobre as famílias. Pressão sem dinheiro não vem funcionando, dizem os candidatos.
As campanhas seguem. E, pelo menos entre alguns candidatos, não há reclamação nas finanças.








