No meio da apuração do assassinato de um juiz em Alagoas, nitroglicerina pura: uma família de assassinos, encabeçada por um padre, mostrava que a lei era a mira da faca ou do revólver. Para acobertar crimes, havia até um cemitério particular, exclusivo para ocultar os desafetos.
A história- real- é contada no livro Alagoas, Poder e Sangue: 1817-1847, as primeiras décadas de consolidação do processo emancipatório em Alagoas.
O livro está à venda na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas (estande 90, do Coletivo Mulheres que Escrevem) ou podem ser adquiridos pelo Whatsapp 82-98871-0198.







